quarta-feira, 9 de maio de 2018

Funcionário fecha rodovia para família de patos atravessar em segurança

Essa é uma daquelas cenas que fazem nosso dia ficar melhor! Ontem, em uma das estradas mais movimentadas do país, a Dutra, na altura da cidade de Pindamonhangaba, um funcionário da CCR Nova Dutra simplesmente parou a estrada, onde passavam carros e caminhões, para uma família de patos atravessar. 
A família com o pai, a mãe e os seus 12 filhotinhos estava se arriscando e, se não fosse por esse atento homem poderiam ter se machucado ou até mesmo causar algum tipo de acidente na rodovia. Quem gravou o vídeo foi a TV Vanguarda, uma afiliada da Rede Globo e ela tem se espalhado pelo Brasil inteiro.



No início eles até pensaram em desistir, chegaram a ficar com medo da quantidade de carros em alta velocidade e perceberam que estavam se metendo em perigo, mas, eis que o cuidadoso funcionário corre em direção à família e para o trânsito, permitindo com que eles atravessassem em segurança. Você deve estar se perguntando porque eles queriam tanto atravessar a estrada e a resposta está na sede. Eles queriam chegar até um curso de água do outro lado e pelo visto a sede era tanta que eles foram em pleno dia de semana com a estrada cheia de motoristas.

Apesar do rápido bloqueio, logo depois a rodovia voltou a funcionar normalmente e a identidade do funcionário ainda não foi revelada. Assista o vídeo aqui embaixo e se encante com essa linda família de patinhos corajosos:

https://youtu.be/h2gcUnmRBVQ 

Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/

Foto: Edgar Rocha/ TV Vanguarda

 
#gentedobemprocuraquetem ♥ #amor #animais #pato

domingo, 6 de maio de 2018

Rubens... aliando o trabalho com o bem



Hoje, 6 da manhã, morta de sono, tinha agendado um exame e chamei um Uber pra me levar.
Claro que estava completamente sonada, afinal acordar às 5 da manhã num domingo ou te deixa sonada ou de mau humor. No meu caso, ainda bem, somente sonada....
Entrei no carro e o motorista, animadíssimo, começou a puxar papo. Meu sono foi se esvaindo com seus comentários cotidianos. Perguntei se estava trabalhando desde a madrugada e ele me disse que hoje não, mas que normalmente costuma trabalhar e principalmente perto de casas noturnas. Confessou-me então que estava fazendo aquilo mais que queria, levar para casa pessoas que saem dos bares “altas”  com segurança, aliado ao trabalho de dirigir. Comentou que depois de que os serviços de transporte privado como a Uber e outros semelhantes começaram a atuar, tem visto muito menos acidentes na madrugada. E isso o deixava muito feliz, mesmo fazendo tão pouco.
Fiquei impressionada e tocada com essa história. Mas infelizmente a corrida foi rápida e acabei me esquecendo de pegar mais algumas informações com ele.
Mas aqui fica a minha singela homenagem a este motorista que, mesmo achando que poderia fazer um pouco mais, já está fazendo muito: Rubens, se pensássemos assim como você, com certeza o mundo seria diferente! Obrigada por ter deixado meu dia mais feliz!

Adriana 

#gentedobemprocuraquetem #uber #uberdobem #fazerobem
 

sábado, 5 de maio de 2018

Menino internado tenta achar um lar para gatos de rua

Existem algumas pessoas que vêm para o mundo para promover o bem desde cedo. Estes seres especiais muitas vezes esquecem deles mesmos, mas jamais deixam de se preocupar com o outro e com o mundo à sua volta, como é o caso do Eduardo, de 15 anos, que vive em Anápolis, Goiás e tem um trabalho incrível com gatos de rua.
Edu foi internado porque após alguns exames, descobriu que o número de leucócitos estava alterado no sangue, e como ele teve leucemia quando era pequeno, foi internado na mesma hora que saiu o resultado. Porém, engana-se quem pensa que ele se deixou abater, muito pelo contrário! O jovem, que desde pequeno está envolvido em ajudar os animais e as pessoas, continua fazendo um trabalho incrível, mesmo internado no hospital


Eduardo já ajudou dezenas de gatos de rua abandonados a encontrarem um novo lar e continua fazendo isso, já que as pessoas de sua cidade o conhecem, então é comum que deixem os filhotes na porta da sua casa. Recentemente deixaram 3 filhotinhos, sendo que ele adotou um, encontrou um dono para o macho e ainda está em busca de uma família para a fêmea. O abrigo para animais Pata Solidária, que ele já ajudou, fez até uma postagem em sua homenagem.



Sua mãe, Elisa Cardehari, diz que se orgulha muito de seu filho e que desde pequeno ele se mostra essa pessoa especial, empenhada em ajudar o próximo: “Ele é um ser de muita luz, não é porque sou a mãe não. Mas ele tem isso de fazer coisas boas para o mundo. Como por exemplo, em vez de ter festa de aniversário ele querer doar brinquedos para crianças carentes, ou ajudar animais. Ele tem disso."


Elisa nos conta, orgulhosa, que seu filho já ficou careca para apoiar uma professora que teve câncer, já ajudou orfanatos, foi condecorado pelo corpo de bombeiros e até recebeu reconhecimento da ONU, no ano passado. 



Uma pessoa assim é querida por todos à sua volta e com Edu não poderia ser diferente. Recentemente ele ganhou uma viagem para a praia de uma de suas professoras e em breve ele irá para Vitória, ES. Felizmente, ele está respondendo ao tratamento e saiu do hospital para continuar a ser tratado em sua casa, já que ele tem um irmão pequeno, o que impossibilita a mãe de ficar o tempo todo no hospital.
O que mais nos impressionou é a resiliência e a tranquilidade que Eduardo leva a vida. Com apenas 15 anos de idade, ele ensina muita gente que o que a vida espera de nós é coragem: “Quero ser uma pessoa que faça a diferença no mundo. Se for para passar por tudo isso que seja, tudo tem um propósito! A gente vem com uma missão, se já cumpri a minha, tô realizado. Se não, sigo no caminho de fazer o bem”.

Fonte: http://razoesparaacreditar.com/animais/jovem-lar-gatos-de-rua/ 

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#dobem #amor #caridade #ajudeosgatos

  

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Surfista salva turistas com prancha do filho de 5 anos

A prancha do filho de um surfista de Guarujá, no litoral paulista, ajudou a salvar a vida de dois turistas que estavam se afogando e sendo arrastados pela correnteza.
Coincidência ou não, o surfista tinha acabado de entrar no mar quando a dupla estava em apuros.
Por insistência do pequeno Heitor, de cinco anos, o surfista Pedro Ivo Simioni, de 41, acabou levando o filho para surfar na Praia da Enseada, na última terça-feira, 10 de abril.
Ainda na parte rasa do mar, após ter amarrado o ‘leash’ (espécie de corda de segurança) no filho, o surfista notou uma movimentação diferente fora da área de arrebentação das ondas.
“Eram três pessoas, dois homens e uma mulher. A moça acabou nadando para o fundo e não conseguiu voltar. Nisso, um dos rapazes foi atrás, e também não conseguiu. Daí, começaram a se debater na água, na tentativa de sair do fundo”, contou Pedro  ao G1.

O resgate
De acordo com ele, o instinto de salvar os banhistas falou mais alto.
“Soltei a prancha do meu filho e orientei que ele fosse para a faixa de areia.
Foi quando ele disse ‘papai, vou chamar um salva-vidas’. Enquanto ele corria, eu comecei a remar com a pranchinha”, recorda.
A prancha de  Heitor, mesmo pequena e com capacidade para somente 20 kg, conseguiu levá-lo até a área mais funda.


“Eu peso 70 kg, e estava em uma prancha de criança. Segui nadando e, quando cheguei nos dois, pedi calma. Eles se seguraram na prancha e a puxei pela corda”, conta.
Ao mesmo tempo, uma outra moça viu a movimentação e correu para o calçadão. Uma viatura dos bombeiros passava no momento e, após o apelo da mulher, entrou na faixa de areia.
“Quando os bombeiros entraram no mar, já estávamos chegando na praia. Então, jogaram o flutuador e terminaram de nos puxar”, relembra.

Pedro Simioni é surfista há mais de 30 anos e disse que não foi a primeira vez que ele fez um salvamento no mar de Guarujá. Mas este foi especial, porque teve ajuda do filho.
“Quando estávamos indo embora, encontramos o pessoal, que nos reconheceu e pediu para tirar uma foto. Eles agradeceram a mim e ao meu filho”, relembra.
Para Simioni, a sensação que fica é a de gratidão.
“Eu vivo no mar desde pequeno, comecei a surfar com 9 anos. Já vi muita coisa dentro da água, e é gratificante tirar uma pessoa com vida depois dessa situação e encontrá-la bem. É um alívio indescritível”.
Bombeiros auxiliaram no salvamento. “Eles chegaram com a moto aquática e jogaram os flutuadores para salvar a gente, e nos ajudaram puxando para fora da água. Os bombeiros também nos ajudaram”, disse o rapaz resgatado que não quis se identificar.

Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/04/13/surfista-salva-turistas-com-prancha-do-filho-de-5-anos/ 

Fotos: Arquivo Pessoal

#gentedobemprocuraquetem ♥    #salvamento #surf #solidariedade #bombeiros

sábado, 28 de abril de 2018

Separados pelo Holocausto se reencontram 76 anos depois

Dois idosos, que escaparam quando crianças do Holocausto – das câmeras de gás de Auschwitz, na Alemanha de Hittler – se reencontraram 76 anos depois e não seguraram a emoção.
Alice Gerstel e seu amigo, o “pequeno Simon” escaparam do “trem da morte” de formas diferentes.
A família dela conseguiu fugir para os EUA. Já Simon Gronowski foi empurrado do trem pela mãe, quando estavam a caminho dos campo de concentração nazista, em 1941.

O encontro dos sobreviventes da barbárie foi na semana passada. Ela e seu amigo apertaram as mãos no Museu do Holocausto de Los Angeles, enquanto contavam suas histórias.“Você não sabia que eu pulei do trem?”, Perguntou Gronowski, hoje com 86 anos. “Não. Eu não sabia de nada “, respondeu sua amiga, agora com 89 anos. Neste domingo, os dois voltaram ao museu para contar aos visitantes como o Holocausto destruiu duas famílias que se tornaram amigas depois de um encontro casual em um resort de praia belga em 1939.





O reencontro
Gerstel e sua família judia se esconderam na casa dos Gronowskis por quase duas semanas antes que seu pai dissesse à França que chegara a um acordo com um contrabandista que tiraria em segurança seus irmãos e sua mãe da Bélgica ocupada pelos nazistas. Os Gronowskis, também judeus, decidiram ficar. Eles se esconderam por 18 meses até os nazistas baterem à porta da família e colocar Simon, sua irmã e sua mãe em um trem da morte para Auschwitz. “Eu pensei que toda a família tivesse sido assassinada. Eu não fazia ideia ”, disse Gerstel. “Eu não o reconheci. Eu não enxergo o pequeno Simon”, falou Gerstel Weit sobre o homem agora careca, de barba branca, que estava sentado ao lado dela rindo. “Mas ele está aqui. O pequeno Simon está aqui”, ela acrescentou, enquanto sua voz falhava, colocando a mão sobre o coração de Gronowski.
Houve muitos abraços, beijos e choro quando os dois velhos amigos seguraram as mãos com força, compartilhando memórias de um passado longínquo.
Foi um passado que começou ternamente antes de virar um pesadelo, depois que os nazistas invadiram a Bélgica em 1940 e começaram a cercar os judeus.



História
O pai de Gerstel Weit, um negociante de diamantes com uma esposa e quatro filhos, decidiu fugir em 1941.
Ele transformou seus diamantes em dinheiro, comprou nove vistos que levaram sua família e a do irmão à França ocupada pelos nazistas e à cidade marroquina de Casablanca, controlada pelos franceses. Lá eles embarcaram em um navio com destino a Cuba.
O pai de Gronowski acreditava ingenuamente que ele e sua família estariam seguros se escondendo em Bruxelas.
“Meu pai não estava muito consciente da tensão. Meu pai não era político. Ele era um poeta. Ele escrevia em seis línguas – disse Gronowski, parando para enxugar as lágrimas.
“E como muitas das famílias que ele lembra em Bruxelas”, continuou ele em inglês com sotaque holandês, “ele não acreditava que na Europa do século 20, dessa civilização, ele não conseguia acreditar que a Alemanha pudesse cair na barbárie”.
Quando os nazistas chegaram, o pai de Gronowski estava em um hospital. Sua esposa mentiu rapidamente, dizendo que ele estava morto e poupando-o de Auschwitz.
Foi em um trem para o campo da morte, algumas semanas depois, que ela salvou seu filho, empurrando-o para a porta do vagão em que eles estavam e dizendo-lhe para pular.
Após a guerra, ele se reuniu com seu pai e visitou o apartamento onde ele cresceu. Ele alugou as outras unidades e usou o dinheiro para pagar a faculdade de direito. Hoje ele é um advogado praticante em Bruxelas.
A família de Gerstel Weit imigrou para os Estados Unidos, onde se casou, teve dois filhos e acabou se estabelecendo em Los Angeles e uma carreira no setor imobiliário.

A procura
Imediatamente após a guerra, Gerstel tentou localizar seus amigos.
Gronowski escreveu ao irmão mais velho de Gerstel Weit, Zoltan, dizendo que sua irmã e sua mãe haviam morrido em Auschwitz e que seu pai havia falecido. Por alguma razão, Zoltan nunca disse a sua família que o “pequeno Simon” sobreviveu.
Ela soube que ele estava vivo há seis meses quando o sobrinho procurou seu nome de solteira on-line, buscando mais histórias familiares.
Ele se deparou com o livro de memórias de Gronowski de 2002, “A Criança do 20º Trem”, no qual sua família é mencionada com destaque.
Sua irmã de 18 anos, Ita, tinha sido a namorada de Zoltan Gerstel na Bélgica, e ele havia declarado seu amor por ela repetidamente em cartas de guerra, incluindo algumas que ela nunca viveu para ver.
Por um tempo, Leon Gronowski, o pai da família, manteve a esperança de que sua esposa e filha de alguma forma sobrevivessem e ele as encontraria.
“Mas quando recebemos informações sobre os campos de concentração, a câmara de gás, as montanhas de cadáveres, meu pai compreendeu que sua esposa e sua filha não voltariam. E ele morreu de … – a voz embargou.
Do coração partido? – perguntou Gerstel Weit.
“De coração partido”, respondeu ele.

Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/04/15/separados-pelo-holocausto-se-reencontram-76-anos-depois/

Fotos: AP Photo/Reed Saxon

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quarta-feira, 25 de abril de 2018

Inpa faz a maior soltura de peixes-bois da história na Amazônia

Foto: Karen Canto / Ascom Inpa
Foto: Karen Canto / Ascom Inpa

Profissionais do Inpa, Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, fizeram a maior soltura de peixes-bois da história do Brasil.
O Programa de Reintrodução de peixes-bois da Amazônia devolveu aos rios 22 animais que chegaram ao instituto filhotes e órfãos, porque tiveram as mães capturadas e mortas por caçadores.
Nos tanques do Bosque da Ciência do Inpa eles foram alimentados, acompanhados por veterinários, técnicos, tratadores e ficaram de 3 a 6 anos no cativeiro, para crescerem com segurança.
Agora crescidos, eles foram retirados do lago do semicativeiro, que fica no Município de Manacapuru (a 84 km de distância de Manaus) e transportados para a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Piagaçu Purus, no Rio Purus.
Pelo menos 30 profissionais participaram, entre biólogos, veterinários, tratadores e técnicos do Inpa e profissionais convidados vindos do Japão e do Aquário de São Paulo – parceiros do projeto – do Peru, do Centro de Mamíferos Aquáticos do ICMBio (Santos-SP), Universidade Federal de Londrina e o Centro de Mamíferos Aquáticos de Preservação de Balbina (AM).
A proposta é que a própria comunidade ajude no monitoramento dos novos moradores, evitando possíveis caçadores pelas redondezas.
Antes de serem soltos, os animais foram recepcionados pela comunidade de Itapuru, onde dezenas de crianças aguardavam ansiosamente com cartazes e músicas de boas-vindas.
“Foi verificado que os animais estão aptos a sobreviverem sozinhos na natureza”, disse a coordenadora do projeto, a pesquisadora do Inpa Vera Silva, baseada em pesquisas anteriores.

Foto: Karen Canto / Ascom Inpa 
Foto: Karen Canto / Ascom Inpa


Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/04/05/inpa-faz-maior-soltura-peixes-boi-historia-na-amazonia/

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sábado, 21 de abril de 2018

Médicos do Hospital das Clínicas usam celular para monitorar cirurgias no cérebro

Foto: reprodução / TV Globo
Foto: reprodução / TV Globo

Uma ideia brasileira, bem barata, está chamando a atenção de vários países: usar celular para monitorar cirurgias no cérebro.
Uma equipe de médicos do Hospital das Clínicas de São Paulo trocou o caro aparelho de endoscopia pela tela de um smartphone tradicional, com excelentes resultados.
Com o telefone acoplado a uma lente e a um endoscópio, os neurocirurgiões fecham aneurismas, removem coágulos e tratam pacientes com hidrocefalia.


O equipamento tradicional de endoscopia custa de R$ 200 mil a R$ 300 mil.
O celular e o adaptador juntos saem por apenas R$ 6 mil, ou seja, a ideia brasileira é 30 vezes mais barata.
A ideia agora é baratear esse tipo de procedimento e torná-lo acessível em hospitais com menos estrutura, no Brasil e no mundo.
Mais de 150 cirurgias já foram feitas pelos pesquisadores da USP.
A nova técnica virou notícia em países como Polônia, França e Indonésia.
Mais de 20 instituições do Brasil, México, Bolívia e Venezuela já pediram treinamento para utilizar essa nova técnica.
“Com ideias diferentes a gente consegue com certeza diminuir alguns custos e tornar isso muito mais disponível no brasil inteiro”, disse o neurocirurgião Maurício Mandel ao G1.
A iniciativa pioneira no mundo surgiu durante a pesquisa de doutorado de Mandel.
O trabalho foi divulgado no Journal of Neurosurgery, a publicação mais importante da área. O estudo destacou que todos os procedimentos foram bem sucedidos.

Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/04/05/hc-usa-celular-para-cirurgias-no-cerebro-30-vezes-mais-barato/

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quarta-feira, 18 de abril de 2018

A impactante história da senegalesa que quer ensinar programação a 1 milhão de meninas



Depois de ser abandonada pela mãe aos cinco anos e passar por mais de 28 orfanatos no Senegal, Mariéme Jamme deu a volta por cima – e está disposta a não deixar nenhuma outra menina sofrer o mesmo.
Mariéme já viu a pior face do ser humano. Além da vida nos orfanatos, ela foi traficada para a França aos 14 anos, onde foi abusada sexualmente e precisou viver nas ruas. Sua sorte começou a mudar quando foi detida pela polícia francesa, aos 16 anos, e enviada a um centro de refugiados.





No local, a senegalesa aprendeu a ler e escrever (e se apaixonou pelos estudos!). Pouco tempo depois, já estava inscrita – e aceita – em um programa de intercâmbio para refugiados que a levaria a viver na Inglaterra. Chegando lá, aprendeu inglês, mas também trabalhou como faxineira, cozinheira e conseguiu um trabalho em um supermercado. Nas horas vagas, se dedicava a estudar programas como o Excel.







Graças à dedicação, ela conseguiu uma vaga para trabalhar preenchendo planilhas em um pequeno banco em Londres, onde ficou dois anos. De lá, foi para o HSBC, onde seu trabalho acabou gerando lucros de US$ 75 milhões ao banco – e, com uma comissão sobre esse valor, Mariéme estava pronta para mudar de vida de vez, como contou à Revista TRIP!





Daí pra frente se somaram outras oportunidades. A senegalesa trabalhou para a Oracle e chegou a fundar sua própria empresa de tecnologia, até que percebeu que poderia ir ainda mais longe. Ela não queria que nenhuma outra menina passasse pelos traumas que viveu durante a infância e a adolescência.






 Assim surgiu, há 10 anos, o movimento I Am the Code, com o objetivo nada modesto de ensinar um milhão de meninas a programar até 2030. Um dos produtos criados pelo movimento é um kit que ensina programação em apenas cinco minutos. A atuação rendeu a Mariéme um título de Embaixadora da Tecnologia da ONU, seu primeiro e mais importante diploma.




sábado, 14 de abril de 2018

Inaugurado 1º Hospital Veterinário Público do DF




Foto: iStock

Foi inaugurado no dia 05/04, o primeiro Hospital Veterinário Público do Distrito Federal (HVEP).
Ele vai funcionar no Parque Lago do Cortado, em Taguatinga. O prédio tem 540 metros quadrados.
No local, serão oferecidos serviços gratuitos de consultas, cirurgias, medicações, exames laboratoriais e de imagens, internação e outros tratamentos para cães e gatos pertencentes a famílias de baixa renda ou inscritas em programas sociais do Governo do Distrito Federal.

O espaço é administrado pela Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa).
A entidade é uma Organização da Sociedade Civil (Ocip) e venceu chamamento público realizado pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram), em fevereiro deste ano.
A medida era aguardada pela população desde que o projeto foi lançado, há cinco anos.
O atendimento
Segundo Wilson Grassi, um dos diretores da Anclivepa, o modelo de atendimento será o mesmo adotado em unidades no estado de São Paulo.
Lá, são distribuídas senhas entre 6h e 10h aos que chegam ao local.
Eles devem levar seu animal, documento de identidade e comprovante de residência, para o cadastramento.
O hospital
O hospital foi construído pelo Ibram com recursos de compensação ambiental.
O investimento previsto para este primeiro ano de atividade do HVEP é de R$ 1 milhão, mas a Anclivepa vai poder captar recursos de outras fontes para aprimorar ou ampliar o atendimento aos animais.
A previsão é de investimentos totais pelo governo de até R$ 12 milhões nos próximos cinco anos, com os quais o Ibram pretende atender pelo menos 400 mil animais no período.
Além do atendimento cirúrgico e clínico, os profissionais também vão orientar a população sobre boas práticas, normas e higiene, de modo a contribuir, assim, para a promoção da guarda responsável dos animais.

Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/04/05/inaugurado-1o-hospital-veterinario-publico-df/

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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Jovem ajuda sem-teto que pegava comida do lixo e encontra filha dele

Cícero e Milena - Fotos: reprodução / Facebook
Cícero e Milena - Fotos: reprodução / Facebook

A compaixão de uma jovem de 19 anos poderá mudar a vida de um morador de rua pegava comida do lixo.
Milena Gonçalves Francisco saiu para comprar um lanche quando viu o pernambucano Cícero Joel da Silva Filho, de 47 anos, pegando tomates do lixo para comer. Chocada com a cena, ela levou um sanduíche pra ele e conversou durante duas horas com Cícero.
“Partiu meu coração quando vi que ele estava apanhando tomates do lixo para comer. Na hora precisei ir até ele, senti como uma necessidade e não consegui comer antes de entregar os lanches. Os olhos dele brilharam de felicidade”, disse Milena ao G1.

O caso aconteceu no mês passado em Sorocaba, no interior de São Paulo. Agora, depois de postar a foto do homem no Facebook, a jovem conseguiu encontrar a filha dele.

Como
Nas últimas semanas o post da jovem viralizou nas redes sociais com mais de 11 mil curtidas, 8 mil comentários e mais de 16 mil compartilhamentos.
“Não imaginava que teria tanta repercussão. Eu recebia uma média de 500 notificações por dia, não conseguia nem abrir minha conta na rede social”, afirma a jovem.
No post, Milena detalha que Cícero fica em um semáforo da cidade com uma placa, das 11h às 14, para conseguir R$ 12 e comprar uma marmitex.

A conversa
Na conversa que durou mais de duas horas, a jovem descobriu o motivo do homem viver nas ruas.
“Foi parar na rua em 2014 por causa de um amor que não deu certo. Ele é analfabeto e tem dois filhos.”
Depois da publicação, Milena afirmou que um amigo conseguiu o contato dos filhos de Cícero e pediu para que o levassem a uma clínica de recuperação.
“Eu adicionei a filha dele e ela viu o post”, afirma.

Inconformismo
Milena não se conforma com a situação das pessoas que vivem nas ruas e disse que não foi a primeira vez que parou para conversar com um sem-teto para tentar ajudar.
Ela afirma que sempre busca oferecer algo para pessoas em situação de rua comerem.
“São pessoas ocultadas pela sociedade, mas que não deixam de ser seres humanos como nós!”

 Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/04/08/jovem-ajuda-sem-teto-pegava-comida-lixo-encontra-filha-dele/

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quinta-feira, 5 de abril de 2018

Garoto pede e ‘Homem de Ferro’ vai para rua pedir doações para combater doença rara

Aaron Hunter é um menino de 7 anos de Alexandria, na Escócia. Ele sofre de síndrome de ROHHAD, uma condição rara e incurável que afeta o sistema respiratório e o apetite e faz com que os órgãos comecem a falhar. Aaron usa um tanque de oxigênio para respirar e uma cadeira de rodas por causa da condição.


O Homem de Ferro é o herói favorito de Aaron e, em 2017 ele fez um post no Twitter para Robert Downey, Jr. que acabou viralizando. Milhares republicaram o post com a hashtag #AaronNeedsIronman (‘Aaron precisa do Homem de Ferro’).
No vídeo, Aaron diz ao Homem de Ferro que ele realmente precisa de sua ajuda. Além disso, ele explica que ele e muitos de seus amigos têm a condição. Ele afirma que não quer que nenhum de seus amigos morra por causa disso. Atualmente, não há cura e ele conta sobre como é difícil viver com a doença.


O pedido de Aaron deu certo e chegou ao alvo! Robert Downey Jr. está pedindo donativos para ajudá-lo e, a cada dez dólares doados, a pessoa tem chance de ir como seu convidado à estreia mundial do filme ‘Vingadores: Infinity War’, em Los Angeles, com direito a acompanhante, no dia 23 de abril. 


Desde que conheceu Aaron, Robert também faz posts frequentes em suas redes sociais para aumentar a conscientização sobre síndrome de ROHHAD.


Fonte: http://www.hypeness.com.br/2018/03/garoto-pede-e-homem-de-ferro-vai-para-rua-pedir-doacoes-para-combater-doenca-rara/ 

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domingo, 1 de abril de 2018

Projeto aposta no skate para empoderar meninas

Seja na frente da televisão assistindo a uma partida do seu time preferido ou andando de skate com os amigos, o esporte sempre foi uma maneira de conectar pessoas. Agora, a Vans aposta neste potencial para romper barreiras em sua nova campanha, que apresenta o projeto Girls Skate India


A iniciativa faz parte da campanha global da marca, chamada de Isso é Off the Wall. Lançada em 2017, ela busca incentivar a criatividade em suas diversas formas e, este ano, o foco será em comunidades criativas ao redor do mundo.



O vídeo de estreia conta a história da iniciativa Girls Skate India, fundada por Atita Verghese, uma skatista indiana que viu sua vida mudar através do esporte. Atita criou clínicas de skate voltadas para meninas em Bangalore. No local, elas não aprendem apenas a andar de skate, mas também a ser mais corajosas e desafiar os padrões impostos pela sociedade.


Lizzie Armanto, uma das principais skatistas do mundo, foi conhecer a iniciativa e ensinar novas manobras para as meninas que fazem parte do projeto. Tudo ficou registrado em um vídeo de cinco minutos – mas com muitas emoções. Dá o play: https://youtu.be/_4yPvwYQVh0



Para dar continuidade ao espírito do Girls Skate India, a Vans vai se mobilizar para criar uma série de clínicas e aulas de skate para meninas e mulheres ao redor do mundo. Os primeiros eventos começaram em 8 de março, para marcar o Dia Internacional da Mulher. A proposta é que mais de 100 clínicas aconteçam ao redor do globo, em cidades como Nova York, São Petersburgo, Xangai, Bangalore e na Cidade do México.



No Brasil, as Vans Girls Skate Nights serão em São Paulo com clínicas de skate voltadas para mulheres e garotas. As sessões serão oferecidas gratuitamente ao longo de todo o ano e começam no dia 19 de março. Veja a programação clicando aqui.



Fonte: http://www.hypeness.com.br/2018/03/projeto-aposta-no-skate-para-empoderar-meninas/




Feliz Páscoa a todos!!!  



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