quarta-feira, 25 de abril de 2018

Inpa faz a maior soltura de peixes-bois da história na Amazônia

Foto: Karen Canto / Ascom Inpa
Foto: Karen Canto / Ascom Inpa

Profissionais do Inpa, Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, fizeram a maior soltura de peixes-bois da história do Brasil.
O Programa de Reintrodução de peixes-bois da Amazônia devolveu aos rios 22 animais que chegaram ao instituto filhotes e órfãos, porque tiveram as mães capturadas e mortas por caçadores.
Nos tanques do Bosque da Ciência do Inpa eles foram alimentados, acompanhados por veterinários, técnicos, tratadores e ficaram de 3 a 6 anos no cativeiro, para crescerem com segurança.
Agora crescidos, eles foram retirados do lago do semicativeiro, que fica no Município de Manacapuru (a 84 km de distância de Manaus) e transportados para a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Piagaçu Purus, no Rio Purus.
Pelo menos 30 profissionais participaram, entre biólogos, veterinários, tratadores e técnicos do Inpa e profissionais convidados vindos do Japão e do Aquário de São Paulo – parceiros do projeto – do Peru, do Centro de Mamíferos Aquáticos do ICMBio (Santos-SP), Universidade Federal de Londrina e o Centro de Mamíferos Aquáticos de Preservação de Balbina (AM).
A proposta é que a própria comunidade ajude no monitoramento dos novos moradores, evitando possíveis caçadores pelas redondezas.
Antes de serem soltos, os animais foram recepcionados pela comunidade de Itapuru, onde dezenas de crianças aguardavam ansiosamente com cartazes e músicas de boas-vindas.
“Foi verificado que os animais estão aptos a sobreviverem sozinhos na natureza”, disse a coordenadora do projeto, a pesquisadora do Inpa Vera Silva, baseada em pesquisas anteriores.

Foto: Karen Canto / Ascom Inpa 
Foto: Karen Canto / Ascom Inpa


Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/04/05/inpa-faz-maior-soltura-peixes-boi-historia-na-amazonia/

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sábado, 21 de abril de 2018

Médicos do Hospital das Clínicas usam celular para monitorar cirurgias no cérebro

Foto: reprodução / TV Globo
Foto: reprodução / TV Globo

Uma ideia brasileira, bem barata, está chamando a atenção de vários países: usar celular para monitorar cirurgias no cérebro.
Uma equipe de médicos do Hospital das Clínicas de São Paulo trocou o caro aparelho de endoscopia pela tela de um smartphone tradicional, com excelentes resultados.
Com o telefone acoplado a uma lente e a um endoscópio, os neurocirurgiões fecham aneurismas, removem coágulos e tratam pacientes com hidrocefalia.


O equipamento tradicional de endoscopia custa de R$ 200 mil a R$ 300 mil.
O celular e o adaptador juntos saem por apenas R$ 6 mil, ou seja, a ideia brasileira é 30 vezes mais barata.
A ideia agora é baratear esse tipo de procedimento e torná-lo acessível em hospitais com menos estrutura, no Brasil e no mundo.
Mais de 150 cirurgias já foram feitas pelos pesquisadores da USP.
A nova técnica virou notícia em países como Polônia, França e Indonésia.
Mais de 20 instituições do Brasil, México, Bolívia e Venezuela já pediram treinamento para utilizar essa nova técnica.
“Com ideias diferentes a gente consegue com certeza diminuir alguns custos e tornar isso muito mais disponível no brasil inteiro”, disse o neurocirurgião Maurício Mandel ao G1.
A iniciativa pioneira no mundo surgiu durante a pesquisa de doutorado de Mandel.
O trabalho foi divulgado no Journal of Neurosurgery, a publicação mais importante da área. O estudo destacou que todos os procedimentos foram bem sucedidos.

Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/04/05/hc-usa-celular-para-cirurgias-no-cerebro-30-vezes-mais-barato/

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quarta-feira, 18 de abril de 2018

A impactante história da senegalesa que quer ensinar programação a 1 milhão de meninas



Depois de ser abandonada pela mãe aos cinco anos e passar por mais de 28 orfanatos no Senegal, Mariéme Jamme deu a volta por cima – e está disposta a não deixar nenhuma outra menina sofrer o mesmo.
Mariéme já viu a pior face do ser humano. Além da vida nos orfanatos, ela foi traficada para a França aos 14 anos, onde foi abusada sexualmente e precisou viver nas ruas. Sua sorte começou a mudar quando foi detida pela polícia francesa, aos 16 anos, e enviada a um centro de refugiados.





No local, a senegalesa aprendeu a ler e escrever (e se apaixonou pelos estudos!). Pouco tempo depois, já estava inscrita – e aceita – em um programa de intercâmbio para refugiados que a levaria a viver na Inglaterra. Chegando lá, aprendeu inglês, mas também trabalhou como faxineira, cozinheira e conseguiu um trabalho em um supermercado. Nas horas vagas, se dedicava a estudar programas como o Excel.







Graças à dedicação, ela conseguiu uma vaga para trabalhar preenchendo planilhas em um pequeno banco em Londres, onde ficou dois anos. De lá, foi para o HSBC, onde seu trabalho acabou gerando lucros de US$ 75 milhões ao banco – e, com uma comissão sobre esse valor, Mariéme estava pronta para mudar de vida de vez, como contou à Revista TRIP!





Daí pra frente se somaram outras oportunidades. A senegalesa trabalhou para a Oracle e chegou a fundar sua própria empresa de tecnologia, até que percebeu que poderia ir ainda mais longe. Ela não queria que nenhuma outra menina passasse pelos traumas que viveu durante a infância e a adolescência.






 Assim surgiu, há 10 anos, o movimento I Am the Code, com o objetivo nada modesto de ensinar um milhão de meninas a programar até 2030. Um dos produtos criados pelo movimento é um kit que ensina programação em apenas cinco minutos. A atuação rendeu a Mariéme um título de Embaixadora da Tecnologia da ONU, seu primeiro e mais importante diploma.




sábado, 14 de abril de 2018

Inaugurado 1º Hospital Veterinário Público do DF




Foto: iStock

Foi inaugurado no dia 05/04, o primeiro Hospital Veterinário Público do Distrito Federal (HVEP).
Ele vai funcionar no Parque Lago do Cortado, em Taguatinga. O prédio tem 540 metros quadrados.
No local, serão oferecidos serviços gratuitos de consultas, cirurgias, medicações, exames laboratoriais e de imagens, internação e outros tratamentos para cães e gatos pertencentes a famílias de baixa renda ou inscritas em programas sociais do Governo do Distrito Federal.

O espaço é administrado pela Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa).
A entidade é uma Organização da Sociedade Civil (Ocip) e venceu chamamento público realizado pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram), em fevereiro deste ano.
A medida era aguardada pela população desde que o projeto foi lançado, há cinco anos.
O atendimento
Segundo Wilson Grassi, um dos diretores da Anclivepa, o modelo de atendimento será o mesmo adotado em unidades no estado de São Paulo.
Lá, são distribuídas senhas entre 6h e 10h aos que chegam ao local.
Eles devem levar seu animal, documento de identidade e comprovante de residência, para o cadastramento.
O hospital
O hospital foi construído pelo Ibram com recursos de compensação ambiental.
O investimento previsto para este primeiro ano de atividade do HVEP é de R$ 1 milhão, mas a Anclivepa vai poder captar recursos de outras fontes para aprimorar ou ampliar o atendimento aos animais.
A previsão é de investimentos totais pelo governo de até R$ 12 milhões nos próximos cinco anos, com os quais o Ibram pretende atender pelo menos 400 mil animais no período.
Além do atendimento cirúrgico e clínico, os profissionais também vão orientar a população sobre boas práticas, normas e higiene, de modo a contribuir, assim, para a promoção da guarda responsável dos animais.

Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/04/05/inaugurado-1o-hospital-veterinario-publico-df/

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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Jovem ajuda sem-teto que pegava comida do lixo e encontra filha dele

Cícero e Milena - Fotos: reprodução / Facebook
Cícero e Milena - Fotos: reprodução / Facebook

A compaixão de uma jovem de 19 anos poderá mudar a vida de um morador de rua pegava comida do lixo.
Milena Gonçalves Francisco saiu para comprar um lanche quando viu o pernambucano Cícero Joel da Silva Filho, de 47 anos, pegando tomates do lixo para comer. Chocada com a cena, ela levou um sanduíche pra ele e conversou durante duas horas com Cícero.
“Partiu meu coração quando vi que ele estava apanhando tomates do lixo para comer. Na hora precisei ir até ele, senti como uma necessidade e não consegui comer antes de entregar os lanches. Os olhos dele brilharam de felicidade”, disse Milena ao G1.

O caso aconteceu no mês passado em Sorocaba, no interior de São Paulo. Agora, depois de postar a foto do homem no Facebook, a jovem conseguiu encontrar a filha dele.

Como
Nas últimas semanas o post da jovem viralizou nas redes sociais com mais de 11 mil curtidas, 8 mil comentários e mais de 16 mil compartilhamentos.
“Não imaginava que teria tanta repercussão. Eu recebia uma média de 500 notificações por dia, não conseguia nem abrir minha conta na rede social”, afirma a jovem.
No post, Milena detalha que Cícero fica em um semáforo da cidade com uma placa, das 11h às 14, para conseguir R$ 12 e comprar uma marmitex.

A conversa
Na conversa que durou mais de duas horas, a jovem descobriu o motivo do homem viver nas ruas.
“Foi parar na rua em 2014 por causa de um amor que não deu certo. Ele é analfabeto e tem dois filhos.”
Depois da publicação, Milena afirmou que um amigo conseguiu o contato dos filhos de Cícero e pediu para que o levassem a uma clínica de recuperação.
“Eu adicionei a filha dele e ela viu o post”, afirma.

Inconformismo
Milena não se conforma com a situação das pessoas que vivem nas ruas e disse que não foi a primeira vez que parou para conversar com um sem-teto para tentar ajudar.
Ela afirma que sempre busca oferecer algo para pessoas em situação de rua comerem.
“São pessoas ocultadas pela sociedade, mas que não deixam de ser seres humanos como nós!”

 Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/04/08/jovem-ajuda-sem-teto-pegava-comida-lixo-encontra-filha-dele/

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quinta-feira, 5 de abril de 2018

Garoto pede e ‘Homem de Ferro’ vai para rua pedir doações para combater doença rara

Aaron Hunter é um menino de 7 anos de Alexandria, na Escócia. Ele sofre de síndrome de ROHHAD, uma condição rara e incurável que afeta o sistema respiratório e o apetite e faz com que os órgãos comecem a falhar. Aaron usa um tanque de oxigênio para respirar e uma cadeira de rodas por causa da condição.


O Homem de Ferro é o herói favorito de Aaron e, em 2017 ele fez um post no Twitter para Robert Downey, Jr. que acabou viralizando. Milhares republicaram o post com a hashtag #AaronNeedsIronman (‘Aaron precisa do Homem de Ferro’).
No vídeo, Aaron diz ao Homem de Ferro que ele realmente precisa de sua ajuda. Além disso, ele explica que ele e muitos de seus amigos têm a condição. Ele afirma que não quer que nenhum de seus amigos morra por causa disso. Atualmente, não há cura e ele conta sobre como é difícil viver com a doença.


O pedido de Aaron deu certo e chegou ao alvo! Robert Downey Jr. está pedindo donativos para ajudá-lo e, a cada dez dólares doados, a pessoa tem chance de ir como seu convidado à estreia mundial do filme ‘Vingadores: Infinity War’, em Los Angeles, com direito a acompanhante, no dia 23 de abril. 


Desde que conheceu Aaron, Robert também faz posts frequentes em suas redes sociais para aumentar a conscientização sobre síndrome de ROHHAD.


Fonte: http://www.hypeness.com.br/2018/03/garoto-pede-e-homem-de-ferro-vai-para-rua-pedir-doacoes-para-combater-doenca-rara/ 

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domingo, 1 de abril de 2018

Projeto aposta no skate para empoderar meninas

Seja na frente da televisão assistindo a uma partida do seu time preferido ou andando de skate com os amigos, o esporte sempre foi uma maneira de conectar pessoas. Agora, a Vans aposta neste potencial para romper barreiras em sua nova campanha, que apresenta o projeto Girls Skate India


A iniciativa faz parte da campanha global da marca, chamada de Isso é Off the Wall. Lançada em 2017, ela busca incentivar a criatividade em suas diversas formas e, este ano, o foco será em comunidades criativas ao redor do mundo.



O vídeo de estreia conta a história da iniciativa Girls Skate India, fundada por Atita Verghese, uma skatista indiana que viu sua vida mudar através do esporte. Atita criou clínicas de skate voltadas para meninas em Bangalore. No local, elas não aprendem apenas a andar de skate, mas também a ser mais corajosas e desafiar os padrões impostos pela sociedade.


Lizzie Armanto, uma das principais skatistas do mundo, foi conhecer a iniciativa e ensinar novas manobras para as meninas que fazem parte do projeto. Tudo ficou registrado em um vídeo de cinco minutos – mas com muitas emoções. Dá o play: https://youtu.be/_4yPvwYQVh0



Para dar continuidade ao espírito do Girls Skate India, a Vans vai se mobilizar para criar uma série de clínicas e aulas de skate para meninas e mulheres ao redor do mundo. Os primeiros eventos começaram em 8 de março, para marcar o Dia Internacional da Mulher. A proposta é que mais de 100 clínicas aconteçam ao redor do globo, em cidades como Nova York, São Petersburgo, Xangai, Bangalore e na Cidade do México.



No Brasil, as Vans Girls Skate Nights serão em São Paulo com clínicas de skate voltadas para mulheres e garotas. As sessões serão oferecidas gratuitamente ao longo de todo o ano e começam no dia 19 de março. Veja a programação clicando aqui.



Fonte: http://www.hypeness.com.br/2018/03/projeto-aposta-no-skate-para-empoderar-meninas/




Feliz Páscoa a todos!!!  



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domingo, 25 de março de 2018

Refugiados criam escola de idioma a preços populares na Baixada Fluminense

Refugiados oferecem aulas de idiomas na Baixada Fluminense

Um grupo de refugiados radicados em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, está oferecendo aulas de línguas a preços populares.
Para além do ensino de um novo idioma, a experiência oferece aos alunos e professores uma oportunidade única para a troca de culturas, contribuindo assim para a quebra de preconceitos contra imigrantes que desembarcam no Brasil.
A iniciativa é a soma dos conhecimentos de professores vindos de países como Honduras, Colômbia, Paquistão, República Democrática do Congo e Gâmbia. O sucesso do Escambo de Cultura na Baixada Fluminense está realizando sonhos de todos os lados.
Por exemplo, Sabrina Menezes, professora de 39 anos sempre desejou aprender francês, mas esbarrava nos preços altos. Agora, ao se apegar em uma grande oportunidade, ela está auxiliando pessoas como o enfermeiro congolês Ezekiel, que com o dinheiro gerado pelas aulas, consegue pagar o aluguel e validar o diploma aqui no Brasil.
“Interrompi o curso de Pedagogia porque fugi da guerra. Lá, também dava aulas num projeto. O Escambo é uma continuação do que eu fazia. O que ganho ajuda a pagar o aluguel, mas ainda pego uns trabalhos por fora, para sustentar minha família”, diz ao jornal Extra Somi-Vuvu, da República Democrática do Congo, vivendo há nove anos com a mulher e quatro filhos no Brasil.
Com pouco mais de um ano e meio de existência, o Escambo de Cultura oferece aulas de inglês, francês e espanhol, todas ministradas por refugiados nos municípios de Belford Roxo, Duque de Caxias e Nova Iguaçu.


  O ‘Escambo de Cultura’ atua em diversos municípios fluminenses

A descrição do projeto revela a atuação em três eixos, que promovem a geração de renda entre os refugiados, o auxílio social por meio da distribuição de alimentos e o encaminhamento no mercado de trabalho, além da integração das famílias.  

por: Kauê Vieira
Fotos: Reprodução/Facebook Oficial 

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sábado, 17 de março de 2018

Gesto de amor viraliza: idoso ajuda esposa a escolher maquiagem

 Foto: Reprodução Facebook
 Foto: Reprodução Facebook

Um gesto de amor pra começar bem a semana. A Love What Matters , uma página que conta histórias de amor, compartilhou uma foto de um casal de idosos no corredor de uma loja de maquiagem. A foto, originalmente apresentada por Hannah Nicole Kent, viralizou nas mídias sociais com mais de 1 milhão de curtidas no Facebook.
De acordo com a descrição da postagem, o marido entrou amorosamente para ajudar sua esposa quando ela estava com problemas para encontrar a maquiagem que estava procurando.

A cena, que pode parecer algo banal do cotidiano, demonstrou uma bela lição.
“Era uma maneira tão simples de mostrar quão grande era seu amor para ela”, diz o artigo. “Um lembrete perfeito de que nosso corpo envelhece, mas o nosso amor não”.

De acordo com o post, a senhora estava “em pânico” porque estava tendo problemas para encontrar a maquiagem que se adequasse ao tom da pele. Mas seu marido foi rápido pra ajudá-la.

“Ele a acalmou, ajudou-a a encontrar sua cor e a beijou na testa”.
Não podemos dizer que estamos surpresos – afinal, se isso não é amor, não temos certeza do que mais pode ser. 


Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/02/19/gesto-amor-viraliza-idoso-ajuda-esposa-escolher-maquiagem/

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quarta-feira, 14 de março de 2018

Ao invés de demiti-los, empresa alfabetiza funcionários de limpeza iletrados





























Nátaly Bonato é Community Manager na empresa WeWork, espaço de trabalho compartilhado localizado na avenida Paulista, em São Paulo.
Ela era responsável por coordenar a equipe de limpeza do local e pediu o preenchimento de um relatório aos funcionários para que eles sinalizassem o que havia sido limpo e, caso não, que fosse dado um motivo.
Em um post no Facebook, Nátaly contou que o relatório demorou um tempo além do normal para ser entregue e, quando veio, estava incompreensível, com vários erros de português.
“Não entendi nada, nos reunimos e a descoberta foi que 50% do time era iletrado”, disse ela, que ressaltou também que o time é contratado por uma empresa terceirizada.
Ao invés de pedir a troca daqueles profissionais por outros que fossem alfabetizados, Nátaly resolveu investir na educação dos funcionários e auxiliá-los a resolver o problema.


A profissional procurou no coworking pessoas que trabalhassem com educação, e conheceu a pedagoga Dani Araújo, da MasterTech, que topou ajudar.
“As pessoas não são descartáveis. Eu não queria que alguém passasse pela minha vida sem ter o meu melhor, sem que eu pudesse tentar. Então, eu não queria que eles saíssem daqui um dia e continuassem tendo aquelas profissões por que eles não tinham escolha”, disse Nátaly.




As aulas aconteciam no horário de almoço às terças e quintas-feiras. Não ficou claro se, nesses dias, os funcionários perdiam o espaço para alimentação. “Foi ousado participar desse projeto. Não tinha experiência com letramento para adultos. Vibrei e chorei com cada conquista que fazíamos juntos, me sinto privilegiada pelo aprendizado que eles me proporcionaram”, celebrou Dani Araújo.

 fonte:http://www.hypeness.com.br/2018/01/ao-inves-de-demiti-los-empresa-alfabetiza-funcionarios-de-limpeza-iletrados/

Fotos: Nátaly Bonato - Facebook

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sábado, 10 de março de 2018

Bactérias “do bem” reduzem glicose e colesterol da comida

Caroline e Carine - Foto: Antoninho Perri/Unicamp
Caroline e Carine - Foto: Antoninho Perri/Unicamp

Um estudo feito por irmãs gêmeas da Faculdade de Engenharia dos Alimentos da Unicamp aponta que o uso das chamadas bactérias “do bem” em alimentos reduz níveis de glicose e colesterol no organismo.
A pesquisa que adicionou probióticos ao pão, macarrão, suco e requeijão também comprovou melhorias no funcionamento do intestino.
As pesquisadoras Caroline e Carine Nunes de Almada descobriram que os paraprobióticos fazem bem mesmo quando são adicionados mortos aos alimentos.
Elas funcionam de forma semelhante à dos lactobacilos vivos, usados em leites fermentados.
No estudo, as bactérias foram submetidas a alguns processos que comprovam que elas tem resistência maior e efeito funcional por mais tempo nos alimentos.


Além da farinha e do macarrão, a pesquisa também testou os benefícios nos iogurtes.
Nessa forma, elas utilizaram micro-organismos vivos.

Resultados
Os animais que consumiram o iogurte com as bactérias também obtiveram resultados para o organismo.
“Mostraram menores níveis de glicose e triglicerídeos e também aumento das bactérias benéficas ao trato gastrointestinal”, contou a pesquisadora Carine Nunes de Almada, irmã gêmea de Caroline.
No teste citado por Carine, os animais tiveram redução de 10% no nível de glicose e de 34% no de triglicerídeos, além das melhorias no intestino.
As pesquisadoras do Laboratório de Microbiologia Quantitativa de Alimentos foram orientadas pelo professor Anderson Sant’Ana. 

Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/02/15/bacterias-do-bem-reduzem-glicose-e-colesterol-comida/

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quarta-feira, 7 de março de 2018

Jovem herói pula nos trilhos do metrô e salva menino de 2 anos


 Foto: reprodução / Metrô da itália
 Foto: reprodução / Metrô da itália

Ele tinha apenas 90 segundos e não pensou duas vezes: pulou nos trilhos do metrô e salvou um menino 2 de anos. A cena impressionante aconteceu em uma estação de metrô de Milão, na Itália. O herói chama-se Lorenzo Pianazza e tem 18 anos.
As imagens do salvamento foram gravadas pelas câmeras de segurança na última terça-feira, dia 13 e mostram o momento em que a criança cai nos trilhos.


Segundo a Reuters, o jovem disse que chegou a  consultar o monitor da estação para ver quanto tempo faltava para a chegada do próximo trem e constatou que tinha 90 segundos para escapar.
Em entrevista, ele recusou o título de herói e disse que fez tudo por instinto!

O pequeno Mohamed estava com sua mãe, que aparece sentada em um banco da estação.
O menino corre de repente e cai – ou pula – nos trilhos. Apavorada a mãe se levanta e outras pessoas se aproximam para ver o que aconteceu. Mas enquanto todos olhavam, o herói Lorenzo Pianazza, agiu.

Lorenzo Pianazza - Foto: reprodução/MS
Lorenzo Pianazza – Foto: reprodução/MS

Pianazza tira a mochila que carregava nas costas e pula no buraco. Ele retira a criança e entrega para uma pessoa na plataforma. O jovem ainda se abaixa e recolhe um brinquedo de Mohamed, antes de voltar para a plataforma. O menino foi levado a um hospital por precaução, mas não sofreu nenhum tipo de ferimento.
 
Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/02/18/jovem-heroi-pula-nos-trilhos-metro-salva-menino-2-anos/


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sábado, 3 de março de 2018

Homem cria escola de graça embaixo de ponte para ensinar crianças pobres de Nova Delhi

Rajesh Kumar Sharma é dono de um mercadinho popular na cidade de Nova Delhi, capital da Índia. Só que, além disso, ele possui um trabalho paralelo que é bastante inspirador.
Rajesh dá aulas para centenas de crianças humildes da metrópole em uma escola improvisada por ele debaixo da ponte de uma linha de metrô. Lá, ele ensina o básico das línguas hindu e inglês.
Os professores voluntários Laxmi Chandra e Shyam Mehto auxiliam Rajesh ensinando matemática. São cerca de 200 estudantes atendidos pela escola.
As crianças sentam em almofadas ao invés de cadeiras e o quadro é improvisado na parede do terreno, que divide o som das vozes compartilhando aprendizado com o trânsito caótico de uma das cidades mais populosas do mundo.


Os estudantes, que, caso não estivessem lá, provavelmente estariam entregues ao trabalho infantil, se dividem em dois turnos na escola, com o dia durante entre 9h e 14h. No ano passado, Kumar conseguiu colocar 60 das crianças em escolas do governo para que elas obtivessem uma educação mais completa.

Para a maioria dos jovens, porém, as aulas oferecidas por Rajesh em uma sala improvisada serão a oportunidade mais próxima de um ensino formal que elas terão.

Sharma já dedicou cinco anos no projeto, que constantemente busca por auxílio por parte das autoridades para oferecer materiais básicos, roupas, e alimento para as crianças. Um sonho mais distante de sua lista é construir banheiros no terreno, especialmente para as meninas mais velhas.

 

fonte: http://www.hypeness.com.br/2018/02/homem-cria-escola-de-graca-embaixo-de-ponte-para-ensinar-criancas-pobres-de-nova-delhi/

fotos: Facebook

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